O governador da Paraíba, Lucas Ribeiro (PP), reagiu nesta terça-feira (30) às críticas feitas pelo ex-prefeito de Sousa e pré-candidato ao Senado André Gadelha (MDB) sobre os primeiros meses de sua administração. A declaração foi dada após a solenidade de lançamento do novo Portal da Transparência, que amplia o acesso à informação pública, realizada no Auditório do Prédio da Gestão Fiscal, em João Pessoa.
Ao comentar as declarações do emedebista, Lucas evitou ampliar o embate político e afirmou que a prioridade do governo continua sendo a administração do Estado. Segundo ele, a resposta às críticas deve vir por meio das ações da gestão e da avaliação da população.
“A gente está muito tranquilo e segue trabalhando, fazendo gestão. Quem faz a avaliação é a população, e haverá um momento muito importante para isso nas urnas. O nosso compromisso é entregar resultados. Enquanto muitos apenas falam e fazem críticas, nós estamos focados em trabalhar e apresentar ações concretas para os paraibanos”, destacou.
A manifestação ocorre após André Gadelha afirmar que há uma diferença entre o que é divulgado pelo Governo do Estado e o que, segundo ele, efetivamente vem sendo realizado pela atual administração. O pré-candidato ao Senado fez uma avaliação dos primeiros meses da gestão de Lucas Ribeiro e questionou os resultados apresentados pelo Executivo estadual.
Lucas Ribeiro assumiu o comando do Governo da Paraíba no início de abril deste ano, após a renúncia de João Azevêdo (PSB), que deixou o cargo para disputar uma vaga no Senado Federal nas eleições de 4 de outubro. Até então, Lucas exercia a função de vice-governador, cargo para o qual foi eleito em 2022 na chapa encabeçada por João Azevêdo.
Filho da senadora Daniella Ribeiro (PP–PB), sobrinho do deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP) e neto do ex-deputado e prefeito de Campina Grande, Enivaldo Ribeiro (PP), Lucas foi lançado no ano passado como pré-candidato do grupo governista à reeleição ao Palácio dos Despachos do Governo em 2026. Pela legislação eleitoral, o período em que permanecer como governador será contabilizado como seu primeiro mandato, permitindo que dispute a reeleição no próximo pleito.
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