A senadora Daniella Ribeiro (PP) afirmou neste domingo (4), em Campina Grande, que a Paraíba está preparada para dar continuidade ao projeto político iniciado no governo João Azevêdo (PSB) e declarou confiança na vitória do filho, Lucas Ribeiro (PP), na disputa pelo Governo do Estado. A declaração foi dada durante entrevista à equipe da FGTV e MRTV, na cobertura especial “Paraíba nas Urnas”.
Ao avaliar a campanha, Daniella destacou a participação de Lucas na gestão estadual e disse que o desempenho do candidato teria desmontado expectativas de adversários que apostavam em sua inexperiência. “Muitos talvez subestimaram Lucas. Achavam que no debate aquelas raposas velhas engoliriam Lucas e levaram uma grande surpresa, porque Lucas estava mais do que preparado”, afirmou.
A senadora também reforçou a composição da chapa governista para o Senado e defendeu a atuação conjunta de João Azevêdo e Nabor Wanderley. “Quem vota em João, vota em Nabor; quem vota em Nabor, vota em João”, declarou. Daniella disse ainda acreditar que a eleição será decidida no primeiro turno e associou sua decisão de abrir mão da reeleição ao projeto político que tem Lucas como candidato ao Governo.
Durante a entrevista, Daniella citou ações realizadas em Campina Grande e afirmou que pretende continuar trabalhando pelo município, independentemente do cargo que ocupe. Questionada sobre um eventual desejo de voltar a disputar a Prefeitura, ela respondeu: “Naquele momento eu tive muita vontade de ser prefeita de Campina Grande. Hoje, eu estou muito feliz, eu vivo sempre o hoje”. Como primeira suplente de Nabor, disse que pretende atuar no Senado ao lado dele para ampliar a destinação de recursos para a Paraíba.
“Vou continuar trabalhando por Campina onde quer que eu esteja. Então, sobre sonho, eu posso dizer que nesse momento, agora como primeira suplente, e foi isso que eu coloquei para Nabor, é a gente poder trabalhar juntos, no Senado Federal”, afirmou. A senadora também falou sobre a importância de políticas voltadas às mulheres e encerrou a entrevista defendendo que a atuação política deve estar voltada ao interesse coletivo: “A nossa vida não trata-se de cuidar da gente apenas. Trata-se de cuidar do outro”, finalizou.





