O comandante-geral da Polícia Militar da Paraíba (PMPB), coronel Ronildo Sousa, detalhou neste domingo (4) como as forças de segurança chegaram aos suspeitos de invadir a residência do presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Adriano Galdino (Republicanos), em Pocinhos. O crime aconteceu em 25 de setembro, quando o deputado e familiares estavam no imóvel.
Segundo Ronildo, a polícia já acompanhava informações sobre a atuação do grupo na região de Campina Grande e passou a monitorar o veículo usado pelos criminosos. A perseguição terminou com o carro capotado e os suspeitos entrando em uma área de mata, onde foi montado um cerco com equipes terrestres, drones e o helicóptero Acauã.
“Era questão de tempo a prisão deles. E graças a Deus, nessa ação mais forte da Polícia Militar, da Polícia Civil, nós logramos êxito e aí esclarecemos completamente o crime que aconteceu”, afirmou o comandante durante entrevista à equipe da FGTV e MRTV na cobertura do “Paraíba nas Urnas”.
Ronildo explicou que, após a abordagem de um dos suspeitos, a polícia conseguiu obter informações sobre outros integrantes do grupo. “Ele confessou que participou e indicou quem eram os demais”, relatou. A partir daí, segundo o comandante, PM e Polícia Civil atuaram conjuntamente e chegaram aos envolvidos no ataque à residência de Galdino.
Na avaliação apresentada pelo comandante, o crime não teria relação com a atividade política do deputado, mas com a expectativa dos criminosos de encontrar dinheiro na residência. “Não teve um cunho político, mas sim acreditavam que existia dinheiro com esses políticos em suas residências”, disse. Na invasão à casa de Galdino, foram levados celulares, joias, dinheiro e outros pertences pessoais.
Adriano Galdino é vítima de assalto em sua residência em Pocinhos, confirma Ô Paraíba Boa





