João Azevêdo, governador da Paraíba.

O governador da Paraíba, João Azevêdo, comentou a decisão da direção nacional do Partido dos Trabalhadores de centralizar as definições sobre alianças estaduais, retirando essa autonomia dos diretórios locais.

Questionado sobre o impacto da medida no cenário paraibano, especialmente na escolha entre apoiar Lucas Ribeiro ou Cícero Lucena, o governador adotou um tom cauteloso e destacou que se trata de uma decisão interna do partido.

“É uma decisão partidária, e a gente tem que respeitar. É outro partido, não é o meu”, afirmou.

Apesar disso, João demonstrou expectativa de manter a aliança com o PT. “Espero que sim”, disse, ao ser questionado sobre a permanência da sigla na base governista.

Sobre a possibilidade de o PT pleitear espaço na chapa majoritária, o governador minimizou a discussão e reforçou que apoio político não deve ser condicionado a cargos.

“Não tem 15 vagas na majoritária, então não se faz política só pensando em vaga de majoritária. Se faz política pensando no projeto como um todo, do que é o melhor para o Paraíba.”, declarou.

Em relação à escolha do candidato a vice na chapa encabeçada por Lucas Ribeiro, João Azevêdo deixou claro que a definição será coletiva e construída com os partidos aliados.

“Quem estiver, a partir de abril, se colocando na condição de estar junto, vai participar da discussão da escolha do vice”, explicou.

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