Presidente do Via Folia, Francinaldo Bandeira, ao lado de Flávio Bolsonaro.

O presidente da Associação Pré-Carnavalesca Via Folia, Francinaldo Oliveira, rebateu as críticas sobre um possível veto a artistas apoiadores do presidente Lula no Carnaval de João Pessoa.

Em entrevista ao programa Ô Paraíba Boa, da FM 100,5, nesta terça-feira (27), ele negou que esteja impedindo a contratação de cantores por posicionamento político e afirmou que sua atuação à frente da associação é diferente de suas decisões como empresário de eventos.

Durante a entrevista, Francinaldo explicou que a contratação das atrações dos blocos é responsabilidade de cada organização, embora ele também ajude na produção de shows quando solicitado. “Eu sou presidente da Via Folia, não dos blocos”, declarou.

O dirigente, porém, deixou claro que, em seus eventos particulares, pretende escolher livremente as atrações. “Eu não vou chamar quem espuma de raiva pela boca. Eu vou chamar quem eu quiser”, afirmou

Francinaldo disse que não aceita ser ridicularizado por suas posições políticas e defendeu que o respeito deve prevalecer entre pessoas com opiniões diferentes.

Questionado sobre a possibilidade de boicote por parte de apoiadores da esquerda, Francinaldo afirmou que não tem medo de retaliações e reforçou que não pretende misturar sua atuação na Via Folia com suas escolhas empresariais.

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