Leo Bezerra, durante entrevista ao programa Ô Paraíba Boa.

Durante entrevista ao programa Ô Paraíba Boa, da Rádio 100.5 FM, o prefeito de João Pessoa, Leo Bezerra, comentou a relação política com o prefeito de Patos, Nabor Wanderley, e evitou antecipar apoio na disputa pelo Senado Federal em 2026.

Ao falar sobre o encontro com Nabor em Brasília, Leo afirmou que o momento foi de descontração e diálogo entre lideranças políticas.

“Na verdade, nós não tivemos tempo de bater uma conversa falando de política. A gente tava num momento de descontração, conversando com diversos prefeitos”, explicou.

Leo destacou que buscou conversar com gestores de diferentes grupos políticos durante o evento.

“Eu fiz questão de ir em todas as mesas, conhecendo ou não o prefeito, sendo oposição ou não ao pré-candidato Cícero”, afirmou.

O prefeito também revelou que mantém relação próxima com a família Wanderley e disse que não pretende fechar portas para lideranças que possam ajudar João Pessoa.

“Eu tenho uma amizade de infância com Hugo. Nossa família é muito amiga. E eu vou dizer que vou fechar as portas para Hugo ou para Nabor? Não”, declarou.

Segundo Leo, o principal critério para qualquer aproximação política será o envio de recursos para a capital paraibana.

“Qualquer deputado federal, senador, senadora ou deputada que colocar recursos para João Pessoa, eu vou mencionar e vou dar os louros, sim”, disse.

Ao ser questionado sobre o voto para o Senado, Leo afirmou que a definição ainda será debatida internamente.

“O voto vai ser decidido depois de uma conversa”, afirmou.

Ele também revelou que pretende conversar diretamente com o governador João Azevêdo antes de qualquer decisão política.

“Primeiro, eu tenho que ter essa conversa com João Azevêdo”, declarou.

O prefeito ainda afirmou que há muitas especulações nos bastidores políticos e reforçou que as decisões serão tomadas coletivamente dentro do grupo aliado.

“Primeiro, o time não é de Leo Bezerra, é do nosso grupo político”, destacou.

Ao final, Leo voltou a afirmar que a prioridade da gestão seguirá sendo João Pessoa.

“Principal critério é João Pessoa”, concluiu.

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