Deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro (PL).

O deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro (PL), reagiu à decisão da Polícia Legislativa da Câmara de negar escolta ao parlamentar alagoano durante a campanha eleitoral.

Gaspar afirmou que não pretende recorrer ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), para tentar reverter a decisão. E ironizou o presidente da Casa.

“Hugo Motta deve ter informações de que não existe risco, daí fico tranquilo”, afirmou Gaspar.

O vice de Flávio disse que não pretende pedir “por favor” para ter proteção durante a campanha. Segundo ele, trata-se de uma questão institucional e, se a Polícia Legislativa decidiu negar a escolta, a decisão será respeitada.

“É uma questão institucional. Se assim foi decidido, estou tranquilo. Estarei nas ruas continuando meu combate ao crime organizado e à corrupção, com minha coragem e a proteção de Deus”, disse.

Como revelou a reportagem, Gaspar fez o pedido à Polícia Legislativa da Câmara alegando que precisava de escolta justamente em razão de sua candidatura a vice-presidente da República nas eleições de 2026.

Com o pedido, o deputado alagoano tentou seguir o exemplo do próprio Flávio, que recusou a segurança oferecida pela Polícia Federal (PF) e optou por ser protegido pela Polícia Legislativa do Senado na campanha.

No caso de Gaspar, o deputado não teria, em tese, direito à proteção da PF. À coluna, a corporação informou que fornece proteção apenas aos cabeças das chapas à Presidência, sem incluir os vices.

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