Durante o programa Senso crítico da FGTV e MRTV, nesta quinta-feira (1º), apresentado pelo jornalista Klauber Beserra, o jornalista Edney Oliveira, do programa Ô Paraíba Boa, da Rádio 100.5 FM Líder, analisou os números da pesquisa do Instituto Índice para o Governo da Paraíba e para o Senado Federal. O levantamento foi divulgado pelo Blog do Márcio Rangel e pela MRTV e mostra Lucas Ribeiro com 52,2% na estimulada para governador.
Na avaliação de Edney, o resultado está próximo de outros levantamentos recentes, embora haja uma inversão entre Cícero Lucena e Efraim Filho nas posições seguintes. “Tá perto da realidade, como a gente falou, dentro da margem de erro. Lucas alcançaria o primeiro turno”, afirmou. Segundo a pesquisa, Cícero aparece com 14,3% e Efraim com 13,1%, enquanto 12,4% disseram não escolher nenhum dos nomes apresentados.
O jornalista também chamou atenção para o percentual de eleitores ainda fora dos candidatos. “É um público que eles ainda podem avançar, as três campanhas, tanto de Lucas, como de Cícero, quanto de Efraim”, observou Edinei, ao comentar os 5,4% que não souberam ou não responderam. O levantamento ouviu 2 mil eleitores em 85 municípios, entre os dias 20 e 22 de setembro, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais.
Ao analisar um eventual segundo turno, Edney ponderou que o cenário seria diferente do retratado pela pesquisa de primeiro turno. “Num eventual segundo turno muda-se o cenário, começa-se uma campanha nova”, afirmou. Para ele, uma disputa entre Lucas Ribeiro e qualquer um dos dois adversários que avançarem exigiria novas composições políticas e uma reorganização das campanhas em um período curto.
Na segunda parte da análise, o foco passou para a corrida pelo Senado. Edney destacou o crescimento de Nabor Wanderley, que aparece com 30%, empatado com Veneziano Vital do Rêgo, enquanto João Azevêdo lidera com 55%. “Esse avanço da campanha de Nabor tem se refletido diretamente, principalmente nesses apoios”, disse, citando a movimentação de prefeitos. Na pesquisa espontânea, João aparece com 23%, Nabor com 13% e Veneziano com 12%, cenário que, segundo Edney, alimenta a percepção da campanha de Nabor de que houve uma virada.




