Quando a perda vem de forma violenta e inesperada, o luto fica bem diferente: vem com choque, culpa, raiva e muitas perguntas sem resposta. A família precisa de rede de apoio + acompanhamento psicológico pra conseguir processar isso aos poucos e os gatilhos surgem através da ansiedade, insônia, revolta e/ou vontade de chorar. Isso mostra a existência da empatia. Mas se ficar te consumindo por dias, é sinal pra pausar as notícias e conversar com alguém.
Profissionais da psicologia e assistência social usam casos assim pra reforçar: denunciar suspeitas, acolher famílias e falar sobre cuidado com crianças. O silêncio deixa tudo pior! Não silencie!



