Julina Lemos, ex-deputado federal.

Durante entrevista ao programa Ô Paraíba Boa, da FM 100,5, nesta terça-feira (3), o ex-deputado federal Julian Lemos voltou a levantar suspeitas sobre as circunstâncias da morte de Gustavo Bebianno, ex-ministro do governo Jair Bolsonaro. Segundo Julian, Bebianno esteve em seu gabinete apenas três dias antes de morrer e, naquele momento, aparentava estar bem.

“Bebianno foi assassinado, pô. Bebianno, antes de falecer, ele esteve no meu gabinete fazia três dias. Três dias ele tinha passado lá. O meu motorista, inclusive, foi deixá-lo no aeroporto”, relatou. Julian afirmou ainda que, após chegar ao Rio de Janeiro, Bebianno teria sido procurado por um grupo de pessoas para uma conversa que, segundo sua versão, seria amigável e teria como objetivo apaziguar conflitos.

O ex-deputado disse que prometeu investigar o caso caso chegasse a exercer novamente um mandato parlamentar. Durante a entrevista, também relacionou o episódio a comentários que atribuiu a Jair Bolsonaro sobre a facilidade de tirar a vida de uma pessoa e afirmou que passou a interpretar algumas dessas falas como ameaças. As suspeitas apresentadas por Julian não foram acompanhadas de provas durante a entrevista.

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