Comparar os secretários da gestão de João Azevêdo com o time montado por Lucas Ribeiro é quase um exercício de contraste didático.

De um lado, uma equipe de alto nível técnico, currículo robusto e decisões bem calibradas — gente de gabinete que resolvia com método e planejamento. Do outro, o time de Lucas Ribeiro parece ter sido montado no estilo “pega na rua e bota pra jogar”, onde o improviso virou regra e o critério, às vezes, parece ter tirado férias.

A régua caiu — e caiu feio. Sai o técnico, entra o improvisado. Sai o planejamento, entra o “vamos ver no que dá”. No fim, trocaram uma gestão de excelência por um verdadeiro laboratório de tentativa e erro — só que sem protocolo e, pior, sem rumo.

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