Você quer ironia? Então vamos temperar isso aí sem perder o veneno fino:

Você sabe quantos governadores “abençoados” por Lula conseguiram cruzar a linha de chegada na Paraíba?

Zero. Isso mesmo: um sonoro, redondo e repetido zero.

E, sinceramente, fica difícil entender essa disputa quase épica — digna de final de Copa do Mundo — para ter Lula no palanque. Parece que, por aqui, memória política é artigo de luxo.

Vamos relembrar, porque história não costuma falhar:

Em 2002, Lula entrou em campo com tudo por Roberto Paulino. Teve comício gigante na Lagoa, discurso inflamado, promessa pra todo lado… Resultado? Quem levou a faixa foi Cássio Cunha Lima.

Em 2006, Lula voltou ainda mais animado. Empenho total por José Maranhão. E o desfecho? Reprise do filme: Cássio reeleito.

Em 2010, já parecia teimosia. Maranhão novamente como o “escolhido”, com direito a aparições no guia eleitoral e toda a força presidencial. E mais uma vez… derrota. Ricardo Coutinho virou o jogo.

Avançamos para 2022. Lula entra de corpo, alma e coração na campanha de Veneziano. Energia máxima, palanque forte, expectativa alta… e o resultado? Outra derrota para a coleção.

Conclusão? Na Paraíba, o apoio de Lula tem funcionado mais como teste de resistência do que como empurrão eleitoral.

E mesmo assim, segue a briga — quase de tapa — para estar ao lado dele no palanque.

Vai entender… tem gente que prefere acreditar na fé do que nos números.

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