Minhas divergências com o ex-prefeito de Sousa, Fábio Tayrone, são muitas — e nunca escondi isso.

Mas há algo que ele não negocia: lealdade.

Num tempo em que a palavra virou moeda fraca e compromisso virou peça descartável, Tayrone manteve o que sempre disse. Não abandonou o agora ex-governador João Azevedo e o seu PSB, quando muitos que lhe juraram fidelidade e usufruíram do seu Governo, lhe viraram as costas, assim que ele deixou o poder. Fruto das articulações também dos seus supostos aliados em sua chapa governamental. E esse gesto de Tayrone, por si só, já constrange — e muito — grande parte da atual classe política da Paraíba.

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