Nabor Wanderley, prefeito de Patos (PB) e seu filho Hugo Motta, presidente da Câmara Federal.

A oposição no Senado Federal intensificou as articulações para retardar a tramitação da PEC da escala 6×1 e, nos bastidores, parlamentares atribuem a pressa na votação ao suposto acordo político entre o presidente da Câmara, Hugo Motta, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para fortalecer a candidatura de Nabor Wanderley ao Senado pela Paraíba.

Segundo informações divulgadas pela CNN Brasil, senadores da oposição avaliam que Hugo Motta teria compromisso com o Palácio do Planalto para acelerar a votação da proposta ainda neste mês. A estratégia da oposição agora é empurrar a tramitação para o segundo semestre e, se possível, deixar a votação final apenas após as eleições.

Nos bastidores, a oposição também tenta envolver o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para interceder junto a Hugo Motta e desacelerar o andamento da proposta na Câmara.

Parlamentares oposicionistas enxergam dificuldades em barrar diretamente a PEC, mas acreditam que o adiamento pode reduzir o impacto político do tema e dificultar sua implementação imediata.

O suposto acordo envolvendo apoio à candidatura de Nabor Wanderley virou alvo de críticas da oposição, que tenta impedir o fortalecimento político do grupo ligado a Hugo Motta na Paraíba.

Compartilhe esse conteúdo: