Ex-prefeito de Cabedelo, Vitor Hugo Casteliano (MDB) - Foto: Divulgação/Setur.

Após ter a casa invadida e furtada nessa quarta-feira (29), na cidade de Lucena, o ex-prefeito de Cabedelo e pré-candidato a deputado estadual, Vitor Hugo Casteliano (MDB), afirmou que vem sofrendo perseguição há mais de um ano e revelou que drones chegaram a sobrevoar sua residência cerca de 20 dias antes do crime. Em entrevista ao portal Fonte83, o emedebista evitou atribuir motivação política ao caso, mas disse esperar que a Polícia Civil esclareça o episódio e garantiu que seguirá firme na disputa eleitoral.

Ao comentar a invasão, Vitor Hugo afirmou que seria “leviano” relacionar diretamente o episódio à sua pré-candidatura, apesar de admitir preocupação com os acontecimentos recentes. Segundo ele, além da invasão, drones foram vistos sobrevoando sua residência semanas antes do crime. “A gente percebeu há uns 20 dias drones descendo na nossa casa, e isso preocupou bastante. A polícia tem que investigar e eu espero que, em breve, tenhamos respostas sobre os suspeitos”, afirmou. O ex-prefeito também disse que encontrou a casa revirada e classificou o episódio como um sentimento de “impotência”, mas ressaltou que pretende seguir em frente.

O pré-candidato informou ainda que registrou boletim de ocorrência na manhã do crime e comunicou imediatamente à Polícia Federal o furto de uma arma de fogo registrada em seu nome. Segundo Vitor Hugo, a medida foi necessária para evitar qualquer responsabilização pelo eventual uso do armamento. Ele reforçou que confia no trabalho das forças de segurança e espera a identificação dos autores da invasão.

Além da arma, os criminosos também vasculharam e levaram documentos da residência, fato que chamou a atenção da vítima. “Bandido normalmente procura objetos de valor, mas documentos da minha esposa e do trabalho dela também foram revirados, e isso nos deixou preocupados”, relatou. Apesar das circunstâncias consideradas incomuns, Vitor Hugo afirmou que aguardará o resultado das investigações antes de tirar qualquer conclusão sobre a motivação do crime.

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