Getúlio Souza, advogado criminalista.

O advogado Getúlio Souza, que representa os adolescentes envolvidos no caso de uma escola particular de João Pessoa, afirmou durante entrevista ao programa Ô Paraíba Boa, da FM 100.5, nesta segunda-feira (17), que houve uma reviravolta nas informações divulgadas sobre o episódio. Segundo ele, a escola e o setor jurídico constataram que não existem fotos ou vídeos relacionados ao caso.

“Estivemos nós, sábado, numa reunião extraordinária entre o jurídico, a direção, os pais dos alunos supostamente envolvidos. E foi constatado de forma oficial pela escola e pelo seu jurídico que não existe nem fotos nem vídeos”, afirmou Getúlio Souza.

Segundo o advogado, o que existia era um grupo fechado de WhatsApp formado por adolescentes do sexo masculino, no qual teriam sido feitas manifestações consideradas moralmente inaceitáveis. Um dos integrantes teria deixado o grupo, feito prints das conversas e, posteriormente, o conteúdo passou a circular, dando origem às denúncias.

“Entre condutas moralmente inaceitáveis e uma conduta tipificada no crime ou análoga a este, existe um grande abismo a ser percorrido. O que se tem, de fato, é que não existe tudo isso que foi dito”, declarou o advogado. O caso segue sendo apurado, e os materiais encaminhados ao Ministério Público serão analisados durante a investigação.

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