A vereadora de João Pessoa Eliza Virgínia (PP), pré-candidata a deputada federal, afirmou durante entrevista ao programa Ô Paraíba Boa, da FM 100.5, nesta terça-feira (7), que não teve participação direta na decisão da Assembleia de Deus de apoiar o nome de Nabor Wanderley para a disputa eleitoral. Segundo ela, o movimento teria sido conduzido pela direção nacional da denominação religiosa.
“Isso aí não teve nada a ver com Eliza Virgínia. Isso teve a ver com a nacional, CGADB Nacional. Veio de lá de cima. O nível é mais alto. Não tem nada a ver com a minha pessoa”, declarou a vereadora ao comentar a aproximação entre lideranças religiosas e o pré-candidato.
Eliza explicou que a articulação não ocorreu de forma repentina e teria sido construída ao longo dos últimos meses, com conversas entre lideranças nacionais e representantes da Assembleia de Deus na Paraíba. “Ele foi de cima para baixo. Já existia uma amizade a nível nacional, uma aproximação que vinha se formando há alguns meses. Não foi uma coisa formada da noite para o dia, foi um caminhar”, afirmou.
A vereadora também comentou a repercussão de uma foto em que aparece ao lado do pastor José Carlos e de Nabor Wanderley, destacando que sua presença contribuiu para o encontro, mas reforçou que a decisão envolveu outros fatores. “Essa união a nível nacional resultou, logicamente, o meu apoio também ajuda porque eu já estava apoiando. Tudo contribuiu para aquele resultado daquela foto, mas existe a questão nacional nessa história”, disse.






