Frente do Hospital General Edson Ramalho

A Polícia Civil da Paraíba (PCPB) investiga um caso cercado de mistério ocorrido na noite dessa quinta-feira (4), em João Pessoa. Uma mulher foi deixada sem vida no Hospital General Edson Ramalho por um homem que, após pedir ajuda para colocá-la na unidade de saúde, deixou o local antes da chegada da equipe médica.

Segundo informações da direção do hospital, o caso foi registrado por volta das 21h. Funcionários foram acionados para auxiliar no transporte da mulher até o interior da unidade. No entanto, ao realizar a avaliação inicial, os profissionais de saúde constataram que ela já estava morta.

Ainda de acordo com o hospital, a vítima apresentava hematomas na região do rosto, o que levanta a suspeita de que possa ter sofrido agressões antes da morte. A causa do óbito, entretanto, ainda não foi determinada e dependerá dos exames periciais.

Imagens do sistema de monitoramento da unidade registraram a chegada da mulher e a saída do homem que a conduziu até o hospital. O material foi entregue à Polícia Civil, que trabalha para identificar o suspeito e esclarecer as circunstâncias do caso.

À TV Cabo Branco, um familiar afirmou acreditar que a vítima seja Maria de Lourdes Neta, de 42 anos, que estava desaparecida desde o último dia 24 de maio. Segundo o relato, a mulher morava no bairro Valentina de Figueiredo e era mãe de quatro filhos. Um boletim de ocorrência sobre o desaparecimento chegou a ser registrado pela família.

O familiar informou ainda à emissora que Maria de Lourdes vivia com um companheiro, cujo nome não foi divulgado. Os filhos, por sua vez, estariam morando com o pai, ex-marido da mulher.

Apesar das informações repassadas pela família à TV Cabo Branco, a Polícia Civil ainda não confirma oficialmente a identidade da vítima. O corpo passará por exames periciais que deverão apontar tanto a identificação definitiva quanto a causa da morte.

O caso segue sob investigação. Até o momento, as autoridades não divulgaram detalhes sobre a localização do homem que deixou a mulher na unidade de saúde nem sobre a motivação do que pode ter ocorrido antes de sua morte.

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