Foto: Assessoria Arquidiocese da Paraíba

A Arquidiocese da Paraíba divulgou a programação da Solenidade de Corpus Christi, que será celebrada nesta quinta-feira (4) em todas as 101 paróquias do território arquidiocesano. Em João Pessoa, a data contará com uma programação especial concentrada na Paróquia de Nossa Senhora de Lourdes, em Jaguaribe, e na Catedral Basílica de Nossa Senhora das Neves, no Centro da Capital, culminando com uma grande procissão pelas ruas da cidade.

As atividades terão início nesta quarta-feira (3), na Paróquia de Nossa Senhora de Lourdes, com a celebração da Santa Missa às 18h15. Logo após, os fiéis participarão de uma vigília com exposição do Santíssimo Sacramento, momento tradicional de oração e adoração que antecede a festa religiosa.

Na quinta-feira, a programação começa às 7h com missa presidida pelo padre Abel, vigário da paróquia. Em seguida, às 9h, o arcebispo da Paraíba, Dom Delson, celebrará outra missa. Já às 11h15, a celebração será conduzida pelo padre Marcelo Arruda, pároco da comunidade. Às 15h, a Santa Missa será presidida por Dom Alcivan, bispo auxiliar da Paraíba.

O ponto alto das celebrações está marcado para as 16h, quando a Solene Procissão com o Santíssimo Sacramento sairá da Paróquia de Nossa Senhora de Lourdes em direção à Catedral Basílica de Nossa Senhora das Neves. O percurso passará pela Rua das Trincheiras, Praça João Pessoa, Praça 1817, Avenida Visconde de Pelotas, Rua Vigário Sarlen e Praça Dom Ulrico, reunindo fiéis de diversas comunidades em um dos mais tradicionais atos públicos da fé católica. Ao final do trajeto, Dom Delson presidirá a missa de encerramento da solenidade na Catedral.

Além das celebrações litúrgicas, diversas paróquias da Arquidiocese manterão a tradição da confecção dos tapetes de Corpus Christi. Produzidos com materiais como serragem colorida, areia, sal e flores, os tapetes decoram as ruas por onde passa a procissão e representam uma das expressões mais conhecidas da religiosidade popular católica.

A tradição dos tapetes teve origem em Portugal, ainda no século XIII, e foi trazida para o Brasil durante o período colonial. Mais do que elementos decorativos, eles simbolizam reverência à Eucaristia e a acolhida à passagem do Santíssimo Sacramento, transformando ruas e avenidas em espaços de celebração da fé.

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