O whey protein é um dos suplementos mais populares no mundo, mas ainda gera dúvidas simples que confundem muita gente. Antes de comparar as versões, é essencial entender o básico: o whey é a proteína do soro do leite, separada, filtrada e desidratada até virar um pó de alta qualidade e fácil digestão.
O whey concentrado é a forma mais comum. Geralmente contém entre 70% e 80% de proteína e pequenas quantidades de carboidratos, gorduras e lactose. É saboroso, tem ótimo custo-benefício e atende bem à maior parte das pessoas. Vale apenas observar o rótulo: acima de 5 g de carboidrato por dose, a qualidade costuma cair.
O whey isolado passa por uma filtragem mais intensa, resultando em um produto com maior pureza, quase sem lactose e praticamente sem gordura. É uma boa escolha para quem tem sensibilidade digestiva ou prefere uma opção mais leve.
O whey hidrolisado vai além: é isolado e ainda pré-digerido, com proteínas quebradas em partículas menores, o que favorece a absorção e a solubilidade. É também a versão mais cara e, na prática, dispensável para a maioria das pessoas que treina de forma recreativa.
No fim, a regra é simples: o concentrado funciona muito bem para quase todos; o isolado é indicado para intolerantes; e o hidrolisado só faz sentido em situações muito específicas. Mais importante do que o tipo de whey é garantir uma ingestão adequada de proteína ao longo do dia.
Se você quer visualizar essa diferença de forma prática e didática, assista ao vídeo dedicado que preparei no meu Instagram. Clique no link e confira a explicação completa.
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