Sinais. Sinais. Repito: sinais.

Curioso como alguns personagens da política, que até ontem comemoravam o rompimento de certas pontes, hoje parecem sentir falta da travessia. Tem gente olhando para trás com uma saudade que não cabe mais no discurso.

Se existisse uma máquina do tempo, talvez a fila fosse grande. Afinal, desfazer erros é sempre mais fácil na imaginação do que na vida real.

Mas a política tem uma regra cruel: depois que a ponte cai, não adianta reclamar da travessia. E, convenhamos, chorar pelo leite derramado nunca elegeu ninguém. Mas é claro que isso não passa de um boato.