O Partido dos Trabalhadores (PT) manifestou, neste sábado (22), “solidariedade e apoio irrestritos” ao ex-governador da Paraíba e candidato a deputado federal Ricardo Coutinho, após a ameaça sofrida por ele durante um ato político na noite dessa sexta-feira (21), em João Pessoa. Em nota, o presidente nacional da legenda, Edinho Silva, repudiou qualquer forma de violência e defendeu que as divergências eleitorais sejam resolvidas por meio do debate de ideias.
A manifestação ocorreu após um homem ser detido com um simulacro de arma de fogo e um punhal durante a inauguração de um comitê conjunto de Ricardo Coutinho e do vereador Marcos Henriques (PT), na Praça da Paz, no bairro dos Bancários. Segundo relatos sobre o episódio, o homem teria dirigido ameaças e xingamentos contra Ricardo durante o evento. O suspeito foi contido e encaminhado para a Central de Polícia, em João Pessoa.
Em nota oficial, Edinho Silva afirmou que o período eleitoral pode ser marcado por divergências e disputas de projetos, mas que isso não pode resultar em violência. O dirigente também destacou que a democracia pressupõe respeito, diálogo e garantia do livre exercício dos direitos políticos. O PT defendeu ainda que o episódio seja apurado e que os responsáveis sejam devidamente responsabilizados.
Confira a nota da presidência nacional do PT:
“O PT manifesta solidariedade e apoio irrestritos ao candidato a deputado federal pelo partido e ex-governador Ricardo Coutinho, em João Pessoa (PB), em decorrência do episódio de violência ocorrido contra ele no dia de ontem.
O PT repudia qualquer forma de violência e reafirma que o período eleitoral pode ser marcado por divergências, em decorrência do debate de ideias e da disputa de projetos, mas jamais essa disputa deve levar à violência.
A democracia pressupõe respeito, diálogo e a garantia de que todos possam exercer livremente seus direitos políticos. Esperamos que os fatos sejam apurados e os responsáveis, responsabilizados.”
Edinho Silva
Presidente Nacional do PT
Ricardo Coutinho relata ameaça durante ato político e diz que suspeito tinha “amor pela violência”




