Não saia de casa sem ler o nosso resumo nacional

Por Fonte83 - 12/02/2019
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As medidas contra novas tragédias com barragens. A morte do jornalista Ricardo Boechat. A previsão de alta de Bolsonaro. E outras coisas mais.

As inspeções diárias

A Agência Nacional de Mineração determinou que as empresas que lidam com o setor façam inspeções diárias em barragens como a que colapsou em Brumadinho no fim de janeiro, deixando 165 mortos e 160 desaparecidos, segundo contagem de ontem. O órgão federal diz que há hoje no Brasil 88 estruturas nesse modelo. / O Globo

Os avisos constantes

As informações das inspeções terão de ser repassadas para o Sistema Integrado de Gestão de Segurança de Barragens de Mineração. O modelo de barragem de Brumadinho, da empresa Vale, é o mais barato e inseguro. Trata-se do mesmo tipo de estrutura usada em Mariana, que rompeu em novembro de 2015. / Nexo

A morte de Boechat

O jornalista Ricardo Boechat, de 66 anos, morreu ontem após a queda de um helicóptero que o levava de Campinas a São Paulo. O piloto Ronaldo Quattrucci também morreu. Ele tentou fazer um pouso de emergência em uma alça do Rodoanel, mas a aeronave foi atingida por um caminhão, cujo motorista teve ferimentos leves. / Nexo

A trajetória do jornalista

Este texto relembra quatro momentos da carreira do jornalista, que atualmente trabalhava como apresentador da rádio e da TV Bandeirantes e também como colunista da revista IstoÉ. Boechat deixa esposa e seis filhos. / Nexo

A situação da empresa

A empresa proprietária do helicóptero, RQ Serviços Aéreos, não tinha autorização para fazer táxi aéreo. Ela é de propriedade do próprio piloto, que morreu no acidente. A aeronave estava com a documentação de controle operacional atualizada. / G1

Mais um incêndio

Um princípio de incêndio atingiu ontem um alojamento de jogadores do Bangu, no Rio. Dois atletas precisaram de atendimento médico, num episódio ocorrido três dias após a tragédia no centro de treinamento do Flamengo, onde o fogo provocou a morte de dez garotos entre 14 e 16 anos. / Estadão

Brasil e Venezuela

A representante diplomática da Venezuela para o Brasil, indicada para o cargo pelo opositor Juan Guaidó, disse ontem que o governo brasileiro apoiará a construção de um “centro de ajuda humanitária” em Roraima, na fronteira com a Venezuela. O anúncio foi feito após encontro de María Teresa Belandria com o chanceler Ernesto Araújo. / Folha

A politização da ajuda

Parte da ajuda oferecida à Venezuela tem como origem países que forçam a saída do presidente Nicolás Maduro do cargo, como os EUA. Este texto explica os dilemas que a ajuda humanitária desperta quando tem como pano de fundo a política e a ideia de intervenção. / Nexo

A alta do presidente

Jair Bolsonaro afirmou ontem, em entrevista à TV Bandeirantes, que deve ter alta até o fim de semana. O presidente está internado desde o fim de janeiro para a terceira cirurgia decorrente do atentado a faca que sofreu na campanha. Sua saída do hospital em São Paulo foi adiada por uma pneumonia. / O Globo

A arte para colorir

Desde 2016, a campanha #ColourOurCollections incentiva instituições culturais a criar “livros para colorir” em formato PDF, para download gratuito. A iniciativa já conta com o acervo de 396 museus. / Nexo